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Pollyana FiorottiNeuropsicopedagoga · Vila Velha (ES)

Intervenção Precoce de 0 a 3 Anos em Vila Velha e Vitória

Serviço

Intervenção precoce

Estimular o que precisa ser estimulado, na idade em que o cérebro mais aproveita.

O que é intervenção precoce

É o conjunto de estratégias que apoia o desenvolvimento de um bebê ou criança pequena nas áreas em que ele precisa de ajuda (linguagem, interação, brincar, motricidade, regulação), feito na janela em que o cérebro tem maior plasticidade.

Não depende de diagnóstico. Uma criança pode se beneficiar de intervenção precoce sem ter nenhuma condição fechada, simplesmente porque alguma área está mais devagar que o esperado para a idade.

Por que a faixa de 0 a 3 anos

Entre o nascimento e os três anos, o cérebro forma sinapses numa velocidade que não volta a se repetir. É por isso que essa faixa concentra o trabalho de intervenção precoce no mundo inteiro: o mesmo ganho custa menos esforço da criança e da família aqui do que custará depois.

Essa janela não fecha de um dia para o outro. Ela estreita. Nada se perde por completo aos três anos, mas cada mês dentro dela rende mais do que um mês fora dela, e é essa diferença que faz o tempo importar tanto nessa conversa.

Na prática, a partir dos 3 meses já é possível observar como o bebê se relaciona com o mundo: se busca rosto, se responde à voz, se protesta, se sustenta a atenção em quem interage com ele. Não para diagnosticar nada, mas para saber onde ele está.

E as crianças maiores?

Meu foco são os três primeiros anos, mas também acompanho crianças maiores, até os 9 anos, conforme a necessidade de apoio de cada uma. O trabalho muda de forma: passa a envolver mais habilidades sociais sutis, flexibilidade, regulação e autoconhecimento, e menos estimulação de base.

Se seu filho já passou dessa faixa e você está em dúvida se faz sentido, me chame. É uma conversa curta e resolve.

Quando procurar

  • O bebê raramente busca o adulto ou não alterna o olhar entre o objeto e você
  • Não responde ao próprio nome de forma consistente
  • Não aponta para mostrar coisas por volta dos 12 a 14 meses
  • A fala não aparece ou regride
  • Você sente que algo é diferente e ouviu que era impressão sua

Como funciona o atendimento

Começa por uma conversa em que você conta o que observa e eu faço perguntas sobre o dia a dia. A partir daí, avalio o desenvolvimento por área e monto um plano com objetivos claros e com o que a família pode fazer em casa, que é onde a criança passa a maior parte do tempo.

Onde atendo

Presencialmente em Vila Velha, na Praia da Costa, recebendo famílias de Vitória, Serra, Cariacica e Guarapari. Também faço orientação parental on-line para famílias de outras cidades.

Materiais de intervenção precoce em consultório de neuropsicopedagogia em Vila Velha

Perguntas frequentes

Até que idade a Pollyana atende?
O foco é a faixa de 0 a 3 anos, que é a janela em que a intervenção rende mais. Crianças maiores, até os 9 anos, também são acompanhadas, conforme a necessidade de apoio de cada uma.
Meu filho tem mais de 3 anos. Já passou da hora?
Não. A janela estreita, mas não fecha. O que muda é o formato do trabalho, que passa a focar habilidades sociais mais sutis, flexibilidade e regulação. Começar aos 4 é melhor que aos 6, e aos 6 é melhor que nunca.
Intervenção precoce só serve para autismo?
Não. Serve para qualquer criança cujo desenvolvimento precise de apoio: atraso de linguagem, dificuldade de interação, questões motoras, prematuridade, entre outras situações.
Preciso esperar o diagnóstico para começar?
Não. Esperar o fechamento de um diagnóstico costuma custar meses da janela mais produtiva. A intervenção trabalha as habilidades, e habilidades se constroem com ou sem laudo.
Com que frequência são os atendimentos?
Varia com o caso e é definido depois da avaliação inicial. O que não varia é o trabalho com a família: boa parte do progresso acontece na rotina de casa.

Vamos conversar sobre o seu bebê?

A primeira conversa é para entender o momento dele, sem diagnóstico e sem pressa.